
A turista brasileira Luisa Janssen Harger Da Silva perdeu o braço esquerdo e a perna esquerda em um acidente nos trilhos do metrô de Nova York em 2016, quando tinha 21 anos.
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Agora, em 2025, o júri do tribunal federal do Brooklyn decidiu que a Autoridade Metropolitana de Transporte (MTA) falhou em levar a sério a questão envolvendo a queda de pessoas nos trilhos.
O processo da brasileira argumentou que a MTA tinha 15 anos de dados mostrando que passageiros “cairiam nos trilhos se as Autoridades não tomassem medidas para instalar dispositivos de segurança na borda das plataformas”.
“A falha em agir diante de um perigo conhecido e evitável é a própria definição de negligência”, disse David Roth, um dos advogados da autora. A MTA recorreu do caso, dizendo que “discorda do veredito”, afirmou o porta-voz Tim Minton.
Além da brasileira, em 2024 outro homem que perdeu um braço e uma perna ao cair bêbado nos trilhos.
Durante o julgamento, documentos internos da MTA revelaram que a agência de transporte recebeu propostas para instalar portas de plataforma sem custo já em 2011.
“Várias dessas empresas, as maiores do mundo, apresentaram planos detalhados mostrando que poderiam superar todos os desafios de engenharia e instalar portas de plataforma em todo o sistema”, disse Bob Genis, outro advogado de Da Silva.
De acordo com Genis, nenhum outro estudo foi feito entre 2011 e o momento em que a turista caiu no trilho.
Em 2023, 241 pessoas foram atropeladas por trens, segundo dados da MTA, divulgados pelo THE CITY.
Fotos: Facebook Luísa J. Harger da Silva e Pexels. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
